sábado, 16 de julho de 2011

quinta-feira, 23 de junho de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

FEIJOCAS DE MANTEIGAS

FEIJOCAS DE MANTEIGAS

DO Blogue dos Manteigas e Confraria da Feijoca de Manteigas

A Câmara Municipal de Manteigas, em parceria com a Confraria da Feijoca de Manteigas, submeteu ao concurso das Sete Maravilhas Gastronómicas de Portugal. O prato submetido na Categoria de carnes foi a feijoca serrana com arroz de carqueja.
A feijoca é uma variedade de feijão graúdo que quando cultivada em altitude adquire um sabor muito singular e muito aveludado. Teve a sua origem na América Latina e terá sido introduzida na Europa no século XVIII, onde adquiriu o merecido estatuto de jóia gastronómica, em algumas regiões de montanha onde esta leguminosa é cultivada e se revela mais saborosa. Além da região da Serra da Estrela em Portugal, onde a feijoca é branca como a neve e um mimo agrícola, também na região de Bigorre no sudoeste de França do departamento dos Hautes Pyrénées, região onde se pratica das melhores gastronomias do país que melhor cultiva a arte de cozinhar, a feijoca é considerada uma jóia da gastronomia. É conhecida e apreciada por toda a França como o Haricot Tarbais pois a cidade de Tarbes perto de Lourdes é a capital dos Hautes Pyrénées.
Foi o elevado teor de proteínas, que faz das leguminosas como a feijoca a melhor fonte de proteína concentrada do reino vegetal, o que justificou na roda dos alimentos a sua reclassificação de hidrato de carbono a proteína. Nome que deriva do grego “proteio” e que significa de primeira importância e que talvez tenha levado as regiões de montanha a adoptar a feijoca como alimento essencial da sua dieta alimentar.
A Confraria da Feijoca de Manteigas adoptou-a como talismã das especialidades regionais de montanha cuja produção local procura incentivar. As avós da Beira Serra que souberam transmitir com sabedoria e carinho a receita tradicional da feijoca serrana, não deixam de manifestar o seu espanto perante as muitas e variadas propostas de utilização da feijoca pelos restaurantes da região, tanto em entradas, como sobretudo em doces.
A receita tradicional da Feijoca Serrana é um guisado a partir de um refogado de cebola, alho e louro a que se juntam as carnes de porco, previamente cozidas, deixando-as apurar. Acrescentam-se as feijocas depois de cozidas e não piladas que foram demolhadas de véspera. As feijocas são servidas com enchido regional de chouriça, morcela e farinheira e acompanhadas pelo arroz de carqueja que se obtém adicionando arroz, cozido na água da feijoca, a um refogado de cebola e alho que foi apurado com um ramo de carqueja.

domingo, 8 de maio de 2011

Queijo da Serra nas 7 Maravilhas

Estou desolado.
As 7 maravilhas da comida Portuguesa colocaram o QUEIJO DA SERRA como entrada, que desperdício.
É um sacrilégio
O QUEIJO é um pós pasto.
Comido com folar da Páscoa e acompanhado com vinho do Porto ou um tinto velho.
Que maldades continuam a fazer ao QUEIJO DA SERRA.
Espero que o ensinem a comer curado e não em pasta mole que é o símbolo do desperdício Lisboeta.

Morcela como gosto

terça-feira, 3 de maio de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

sábado, 16 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

sábado, 2 de abril de 2011

sábado, 26 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

domingo, 20 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

domingo, 6 de março de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Morcela: O cheiro

Blogue Café Mondego (20 de Janeiro de 2011)

Hoje. Teatro S. Luiz, Lisboa. Tomada de posse do novo director artístico, o brilhante José Luís Ferreira. Salão de Inverno. Presidente da Câmara de Lisboa, muitos artistas conhecidos. Televisões.
De repente... um odor muito especial. Diria que... "familiar". Chamo o Zé Neves. "É incrível! Então não é que me cheira a morcela!". Mas não pode ser. Aqui? Numa cerimónia destas? Nada à vista. "É morcela, de certeza". O Zé ri-se. Discurso de Catarina Vaz Pinto, Vereadora da Cultura (competentíssima) e do empossado. O cheiro a pairar. Palmas. E, do nada, entram os empregados com espetadas de... ananás e morcela! Afinal, a morcela. Da Guarda, expliquei eu a um, atónito, empregado. Da Guarda, digo eu com toda a certeza do mundo. Morcela, ananás e um copo de vinho. Numa tomada de posse. Lisboa. Rendida à morcela que, pressinto, era da nossa Guarda. Porquê? Um cheiro especial, diria que... "familiar". E um sabor que eu diria... "familiar". O cheiro a cominhos a invadir a sala.
Américo Rodrigues

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

sábado, 29 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Morcelas e pedagogia

Este post já foi publicado no “Café Modego”. Publico-a sem autorização do gestor.
Um amigo meu regressou hoje à Guarda, por breves horas. Viveu na cidade durante vários anos mais há mais de uma década que se mudou para Lisboa, onde tem desempenhado várias tarefas com dedicação, entusiasmo e grande visibilidade. Hoje veio no comboio da manhã e regressou no da tarde.
Para além de afazeres simbólicos teve ainda tempo para me dar bons conselhos (que eu não acatarei, por ser teimoso) de administração de boa imagem e de bom silêncio. Mas o que interessa a esta pequena crónica foi o que a mulher (que é estrangeira) lhe disse em Lisboa:
- Não te esqueças das morcelas!
"Não te esqueças de trazer nmorcelas", já que ele vinha à Guarda. E ele assim fez: entre as duas sessões de conversa pedagógica que teve comigo lá foi ao Mercado comprar morcelas. No talho do "Pirezas", segundo me contou.
Fui levá-lo ao comboio. Numa mão, a mala do computador e na outra um saco de plástico branco cheio de morcelas. A pedido da mulher, que é de um país tão asséptico que eu jamais imaginaria que ali nascesse alguém que gostasse de sangue com pão.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Comer Morcela no Porto

Se passar pelo Porto e for amante de Morcela experimente:
Restaurante MESA
Rua Domingos Brandão 74, 4º - Porto

“Tempura de morcela com mel e cebolada tradicional (6 Euros): a massa do enchido envolvida no polme e frita em forma esférica, maçã intrometida na cebolada, nada a opor”.

José Quitério, expresso, Única, 18 de Setembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Chouriçada “Ao Modo” de Saramago

Chega o Frio, os porcos estão cevados, é altura das matanças e as morcelas caseiras frescas estão quase prontas para comer, está na hora de reiniciar a “Morcela da Guarda”.

Fica bem recomeçar um texto de José Saramago nas suas “Viagem a Portugal”

“ … e é noite quando chega à Guarda. Jantará. E como nem só de castelos vive o homem nem das lágrimas que lá lhe subiram aos olhos, nem nas responsabilidades de ser arco ou ponte de passagem entre passado e futuro, aqui deixa registo da opulenta Chouriçada à Moda da Guarda que comeu. Embora com um protesto e um voto: que esta Chouriçada passe a ser conhecida e declarada Ao Modo da Guarda, como em português de gente portuguesa se deve dizer”.

Nota: A Chouriçada Ao Modo da Guarda já não pode ser comida no restaurante onde Saramago a comeu. O Hotel Turismo da Guarda encerrou para futuras obras e oxalá que a Escola de Hotelaria ensine a cozinhar a Chouriçada Ao Modo da Guarda.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

quinta-feira, 10 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

quinta-feira, 20 de maio de 2010

quinta-feira, 13 de maio de 2010

quinta-feira, 6 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010