domingo, 8 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

sábado, 16 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

sábado, 2 de abril de 2011

sábado, 26 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

domingo, 20 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

domingo, 6 de março de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Morcela: O cheiro

Blogue Café Mondego (20 de Janeiro de 2011)

Hoje. Teatro S. Luiz, Lisboa. Tomada de posse do novo director artístico, o brilhante José Luís Ferreira. Salão de Inverno. Presidente da Câmara de Lisboa, muitos artistas conhecidos. Televisões.
De repente... um odor muito especial. Diria que... "familiar". Chamo o Zé Neves. "É incrível! Então não é que me cheira a morcela!". Mas não pode ser. Aqui? Numa cerimónia destas? Nada à vista. "É morcela, de certeza". O Zé ri-se. Discurso de Catarina Vaz Pinto, Vereadora da Cultura (competentíssima) e do empossado. O cheiro a pairar. Palmas. E, do nada, entram os empregados com espetadas de... ananás e morcela! Afinal, a morcela. Da Guarda, expliquei eu a um, atónito, empregado. Da Guarda, digo eu com toda a certeza do mundo. Morcela, ananás e um copo de vinho. Numa tomada de posse. Lisboa. Rendida à morcela que, pressinto, era da nossa Guarda. Porquê? Um cheiro especial, diria que... "familiar". E um sabor que eu diria... "familiar". O cheiro a cominhos a invadir a sala.
Américo Rodrigues

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

sábado, 29 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Morcelas e pedagogia

Este post já foi publicado no “Café Modego”. Publico-a sem autorização do gestor.
Um amigo meu regressou hoje à Guarda, por breves horas. Viveu na cidade durante vários anos mais há mais de uma década que se mudou para Lisboa, onde tem desempenhado várias tarefas com dedicação, entusiasmo e grande visibilidade. Hoje veio no comboio da manhã e regressou no da tarde.
Para além de afazeres simbólicos teve ainda tempo para me dar bons conselhos (que eu não acatarei, por ser teimoso) de administração de boa imagem e de bom silêncio. Mas o que interessa a esta pequena crónica foi o que a mulher (que é estrangeira) lhe disse em Lisboa:
- Não te esqueças das morcelas!
"Não te esqueças de trazer nmorcelas", já que ele vinha à Guarda. E ele assim fez: entre as duas sessões de conversa pedagógica que teve comigo lá foi ao Mercado comprar morcelas. No talho do "Pirezas", segundo me contou.
Fui levá-lo ao comboio. Numa mão, a mala do computador e na outra um saco de plástico branco cheio de morcelas. A pedido da mulher, que é de um país tão asséptico que eu jamais imaginaria que ali nascesse alguém que gostasse de sangue com pão.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Comer Morcela no Porto

Se passar pelo Porto e for amante de Morcela experimente:
Restaurante MESA
Rua Domingos Brandão 74, 4º - Porto

“Tempura de morcela com mel e cebolada tradicional (6 Euros): a massa do enchido envolvida no polme e frita em forma esférica, maçã intrometida na cebolada, nada a opor”.

José Quitério, expresso, Única, 18 de Setembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Chouriçada “Ao Modo” de Saramago

Chega o Frio, os porcos estão cevados, é altura das matanças e as morcelas caseiras frescas estão quase prontas para comer, está na hora de reiniciar a “Morcela da Guarda”.

Fica bem recomeçar um texto de José Saramago nas suas “Viagem a Portugal”

“ … e é noite quando chega à Guarda. Jantará. E como nem só de castelos vive o homem nem das lágrimas que lá lhe subiram aos olhos, nem nas responsabilidades de ser arco ou ponte de passagem entre passado e futuro, aqui deixa registo da opulenta Chouriçada à Moda da Guarda que comeu. Embora com um protesto e um voto: que esta Chouriçada passe a ser conhecida e declarada Ao Modo da Guarda, como em português de gente portuguesa se deve dizer”.

Nota: A Chouriçada Ao Modo da Guarda já não pode ser comida no restaurante onde Saramago a comeu. O Hotel Turismo da Guarda encerrou para futuras obras e oxalá que a Escola de Hotelaria ensine a cozinhar a Chouriçada Ao Modo da Guarda.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

quinta-feira, 10 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

quinta-feira, 20 de maio de 2010

quinta-feira, 13 de maio de 2010

quinta-feira, 6 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

sábado, 24 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Viva a Morcela!

Com a devida vénia, mas sem autorização, transcrevo um texto de Américo Rodrigues, publicado no Blogue Café Mondego e no jornal da Associação Activa da Castanheira

Há tempos escrevi este texto, a pedido do jornal da Castanheira. Em louvor da morcela:

"O anjo é da Guarda. O ar da Guarda é o melhor de Portugal. Mas a morcela da Guarda é a melhor do Mundo. Todos sabemos disto há muito. Só que, censurados à nascença, não falamos do que nos dá prazer e a morcela da Guarda é fonte de grande fruição gustativa. Eu só de dizer isto já estou a salivar. No fundo, gostamos de sangue. De porco, claro. E do pão nosso cada dia. E de cominhos. E de grelos, pois acompanhamos a morcela tostada com um fio de azeite e grelos viçosos.
Gostamos de morcela e não nos devemos envergonhar disso. Alambazamo-nos com ela, contra todas as recomendações médicas. Mas que se lixe: festa é festa! Agarramo-nos à tripa cheia de sangue e pão - a que chamamos morcela - e transfiguramo-nos. A morcela faz-nos bem à alma (que é um animal de bom gosto!). Dá-nos alegria e isso nos tempos que correm é uma grande… alegria! Não tenhamos, pois, reservas contra a morcela da Guarda. Ela é única, ela é uma peça de arte gastronómica.
Temos que dizer isto a toda a gente: a morcela guardense é a melhor que há. Nalguma coisa havíamos de ser os melhores. Pois bem, somos os melhores a fazer e a comer morcelas. Mas não podemos desfrutar deste privilégio como se vivêssemos em clandestinidade. Não sejamos egoístas e demos conhecimento ao Mundo de que a nossa morcela é património por classificar. É sabor de interesse público. Crie-se, então, uma confraria para proteger e divulgar a morcela da Guarda. Se a confraria der muito trabalho (eu prefiro comer) arranje-se um clube de amigos da morcela ou outra colectividade qualquer. Cultural, pois é de cultura que falamos.
A morcela deve ser acompanhada por bom vinho tinto, dos grelos já falei. De preferência, comamos a morcela acompanhados de amigos. A morcela (ou será o vinho?) aproxima as pessoas. Aproximemo-nos uns dos outros. Façamos festas a pretexto de uma boa morcela.
Viva a morcela da Guarda e arredores! Comedores de morcela, uni-vos!"

domingo, 11 de abril de 2010

Morcela de Arroz de Mira de Aire

Na sexta-feira passada tomei conhecimento através do programa "Portugal em Directo" da RTP1, que em Mera de Aire existe a Confraria da Morcela de Arroz de Mira de Aire.
Não têm página na Internet, qualquer dia podemos começar a trocar morcelas.

terça-feira, 6 de abril de 2010

quinta-feira, 1 de abril de 2010